Empresa de Eike Batista obtém licença para porto no Rio . Terminal portuário deve movimentar 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano
Portal EXAME -
A empresa LLX Logísitica, controlada pelo grupo EBX do empresário Eike Batista, obteve licença ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente do Rio de Janeiro para a construção do Porto Sudeste no município de Itaguai, a 80 da capital fluminense.
O porto deve começar a ser construído no segundo semestre deste ano, com a conclusão prevista para 2011. De acordo com o comunicado divulgado nesta segunda-feira (13/04) pela companhia, o terminal portuário terá capacidade para movimentar até 50 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.
Veja também (LLX anuncia aumento de capital e BNDESPar será sócia
Porto de Eike Batista pode ser financiado pelo BNDES
O porto está sendo desenvolvido para ser um terminal privativo de uso misto com profundidade de 20 metros - o que permite o tráfego de navios bastante carregados. A expectativa é de que o porto movimente a produção da minas da MMX, empresa também controlada pelo grupo EBX, e de outros produtores de minério da região do quadrilátero ferrífero de Mina Gerais.
Para o diretor presidente da LLX, Ricardo Antunes, o projeto será uma excelente alternativa para as empresas mineradores do quadrilátero ferrífero que não possuem ainda uma solução portuária integrada.
A LLX anunciou nas últimas semanas uma série de movimentos que devem ajudar o projeto do porto Sudeste a deslanchar. A empresa primeiro conseguiu uma injeção de capital do BNDESPar.
Depois o BNDES aceitou estudar a liberação de até 75% do total de 1,7 bilhão de reais necessários para a construção do porto. Além disso, a LLX também contratou um assessor financeiro para encontrar um possível comprador para o projeto.
Saturday, February 13, 2010
EIKE PRESIDIRA A OGX
Eike Batista passará a presidir a OGX
Ex-presidente da companhia, Rodolfo Landim, recebeu convite para desenvolver novos negócios no Grupo EBX,23,04,2009 .
A OGX, empresa do setor de petróleo e gás natural controlada pelo Grupo EBX, anunciou, nesta quarta-feira (22/4), que o empresário Eike Batista será o novo presidente da companhia no lugar de Rodolfo Landim. De acordo com o comunicado, Landim foi convidado por Eike para ser assistente no desenvolvimento de novos negócios do Grupo EBX, cujo foco são projetos de infraestrutura em geral.
A alteração na composição da diretoria foi aprovada pelo conselho de administração da OGX, instância da qual Landim continuará fazendo parte. O executivo ingressou na EBX em 2006 quando presidiu a MMX, braço no segmento de mineração do grupo. “Rodolfo Landim foi fundamental na organização e êxito que obtivemos até hoje na execução do nosso plano de negócios e na contratação de bens e serviços", comentou Eike.
Outra mudança no quadro executivo da companhia foi a nova função de diretor geral da OGX, que Paulo Mendonça, atual diretor de Exploração e Produção, assumiu. Mendonça será responsável, a partir de agora, também pela coordenação das atividades da diretoria executiva.
O executivo integra a OGX desde sua constituição, em julho de 2007, após ter trabalhado por mais de 34 anos na Petrobras, onde atuou como gerente geral e, posteriormente, gerente executivo de Exploração. “A habilidade de liderança já demonstrada pelo Paulo Mendonça continuará a ser um grande trunfo para a OGX, extremamente útil na execução da nossa campanha exploratória, que é a atividade essencial em nosso futuro próximo”, afirmou Eike.
Às 12h40, os papéis da OGX (OGXP3) estavam em queda de 2,12%, cotados a 829 reais, movimentando 98 negociações.
Ex-presidente da companhia, Rodolfo Landim, recebeu convite para desenvolver novos negócios no Grupo EBX,23,04,2009 .
A OGX, empresa do setor de petróleo e gás natural controlada pelo Grupo EBX, anunciou, nesta quarta-feira (22/4), que o empresário Eike Batista será o novo presidente da companhia no lugar de Rodolfo Landim. De acordo com o comunicado, Landim foi convidado por Eike para ser assistente no desenvolvimento de novos negócios do Grupo EBX, cujo foco são projetos de infraestrutura em geral.
A alteração na composição da diretoria foi aprovada pelo conselho de administração da OGX, instância da qual Landim continuará fazendo parte. O executivo ingressou na EBX em 2006 quando presidiu a MMX, braço no segmento de mineração do grupo. “Rodolfo Landim foi fundamental na organização e êxito que obtivemos até hoje na execução do nosso plano de negócios e na contratação de bens e serviços", comentou Eike.
Outra mudança no quadro executivo da companhia foi a nova função de diretor geral da OGX, que Paulo Mendonça, atual diretor de Exploração e Produção, assumiu. Mendonça será responsável, a partir de agora, também pela coordenação das atividades da diretoria executiva.
O executivo integra a OGX desde sua constituição, em julho de 2007, após ter trabalhado por mais de 34 anos na Petrobras, onde atuou como gerente geral e, posteriormente, gerente executivo de Exploração. “A habilidade de liderança já demonstrada pelo Paulo Mendonça continuará a ser um grande trunfo para a OGX, extremamente útil na execução da nossa campanha exploratória, que é a atividade essencial em nosso futuro próximo”, afirmou Eike.
Às 12h40, os papéis da OGX (OGXP3) estavam em queda de 2,12%, cotados a 829 reais, movimentando 98 negociações.
EIKE BATISTA -PROJETOS DE PETROLEO E INFRAESTRUCTURA
Quero ter um patrimônio de US$ 100 bilhões em dez anos", diz Eike Batista
Em entrevista a talk show dos Estados Unidos, empresário diz que aposta em projetos de petróleo e infraestrutura para se tornar o homem mais rico do mundo.
Pensar pequeno certamente não é um atributo do empresário Eike Batista. De suas primeiras minas de ouro na selva amazônica, nos anos 80 - que o levaram a acumular uma fortuna de 6 milhões de dólares aos 23 anos de idade - à OGX, sua petroleira, o empresário está acostumado a bater metas ambiciosas. Agora, aos 52 anos, ele se prepara para mais um desafio gigantesco: dentro de dez anos, quer ter uma fortuna de 100 bilhões de dólares, o que seria suficiente, hoje, para torná-lo o homem mais rico do mundo. A intenção foi revelada nesta semana, em um programa americano de entrevistas - o Charlie Rose Show, transmitido pela rede PBS.
Veja também (Eike Batista é o homem mais rico do Brasil ) (Eike Batista passa a presidir a OGX Eike perde dinheiro com venda de planta em Corumbá ,Bilionário estuda fabricar carros no Brasil
Em seu programa diário de uma hora, o jornalista Charlie Rose - considerado um dos melhores entrevistadores dos Estados Unidos -, apresentou Eike Batista como o homem mais rico do Brasil. O brasileiro foi sabatinado sobre seus negócios, seus planos, sua história e sobre a sua visão do Brasil e da economia mundial. Em certo momento, Charlie pediu a Eike para estimar quanto poderia ser sua fortuna daqui a dez anos. Sua resposta surpreendeu o entrevistador: "100 bilhões de dólares", afirmou. O apresentador repetiu, perplexo, o número, e Eike emendou: "Sim. O que eu posso dizer? Estou com sorte..."O apresentador lembrou-o de que, se a previsão for cumprida, Eike se tornará o homem mais rico do mundo, "a menos que os outros façam alguma coisa para dobrar suas fortunas". De acordo com a lista dos bilionários publicada anualmente pela revista Forbes, Eike é hoje o 61º homem mais rico do planeta, com uma fortuna de 7,5 bilhões de dólares. A relação é encabeçada, desde 1995, por Bill Gates, o fundador da Microsoft, que acumula um patrimônio de 40 bilhões de dólares. Em segundo lugar, vem o megainvestidor Warren Buffett, com 37 bilhões. Se isto servir de inspiração para Eike, o pódio dos bilionários já conta com um representante latino-americano: o mexicano Carlos Slim - que, no Brasil, controla a Claro e a Embratel -, com 35 bilhões. (Continua),
Aposta no Brasil e na ChinaMais do que uma meta, Eike afirmou que aumentar sua fortuna será "a conseqüência de um bom trabalho", isto é, ajudar o Brasil a crescer e se consolidar como um dos países mais desenvolvidos do mundo. "Eu posso ajudar o Brasil; eu posso ajudar meu país", afirmou. E ajudar, segundo Eike, é apostar nos negócios que vem tocando - sobretudo na área do petróleo, para a qual fundou a OGX, e de infraestrutura.Durante toda a entrevista, o empresário tentou mostrar que o crescimento brasileiro determinaria naturalmente a expansão de sua fortuna, já que seus negócios estão concentrados em áreas estratégicas para o país nos próximos anos. Para Eike, o Brasil deve se tornar a quinta maior economia do mundo em 2015 - cinco anos antes das estimativas correntes. "Somos apenas um dos muitos grupos que estão ajudando o país a crescer", afirmou.O empresário também mostrou muito otimismo com a expansão das relações comerciais entre o Brasil e a China. Para desconforto de Charlie e dos telespectadores americanos, não hesitou em afirmar que, dentro de 30 anos, os chineses responderão por metade do PIB mundial. Essa expansão deverá alimentar por muito tempo a demanda por matérias-primas e commodities - setores nos quais suas empresas estão instaladas, como a mineradora MMX. "É uma grande joint-venture, porque a China precisa de muita coisa que nós temos", disse. (Continua)
Riscos cobertosCharlie também teve tempo para rememorar alguns dos fracassos na trajetória de Eike - como a tentativa de fabricar jipes, perfumes e cerveja. Para o empresário, entre as lições que tirou desses insucessos, está a de que é necessário ter um modelo de gestão 360 graus, em que todos os aspectos da operação sejam contemplados. Além disso, é preciso não se apaixonar pela empresa - e saber quando é hora de mudar de estratégia ou mesmo de parar.Trabalhar com commodities globais, como ouro e minério de ferro, também ensinou outra coisa ao empresário: como todo empreendimento envolve riscos, é preciso ter certeza de que o retorno compensará toda dificuldade que encontrar - mesmo as que não conseguiu prever.Além de ter o prazer de contar com um compatriota no topo da lista dos mais abonados do mundo, os brasileiros também podem torcer para que Eike alcance seus 100 bilhões de dólares por outro motivo: os investimentos sociais que ele deseja fazer. "Quero ser também o maior filantropo do mundo", afirmou na última parte da entrevista, quando Charlie voltou a tocar no tema de sua fortuna pessoal, e lembrou que os grandes bilionários destinavam parte de sua fortuna para obras de caridade. Diante do espanto do jornalista americano, Eike completou: "Sinto muito. É para isso que eu fui educado".
Em entrevista a talk show dos Estados Unidos, empresário diz que aposta em projetos de petróleo e infraestrutura para se tornar o homem mais rico do mundo.
Pensar pequeno certamente não é um atributo do empresário Eike Batista. De suas primeiras minas de ouro na selva amazônica, nos anos 80 - que o levaram a acumular uma fortuna de 6 milhões de dólares aos 23 anos de idade - à OGX, sua petroleira, o empresário está acostumado a bater metas ambiciosas. Agora, aos 52 anos, ele se prepara para mais um desafio gigantesco: dentro de dez anos, quer ter uma fortuna de 100 bilhões de dólares, o que seria suficiente, hoje, para torná-lo o homem mais rico do mundo. A intenção foi revelada nesta semana, em um programa americano de entrevistas - o Charlie Rose Show, transmitido pela rede PBS.
Veja também (Eike Batista é o homem mais rico do Brasil ) (Eike Batista passa a presidir a OGX Eike perde dinheiro com venda de planta em Corumbá ,Bilionário estuda fabricar carros no Brasil
Em seu programa diário de uma hora, o jornalista Charlie Rose - considerado um dos melhores entrevistadores dos Estados Unidos -, apresentou Eike Batista como o homem mais rico do Brasil. O brasileiro foi sabatinado sobre seus negócios, seus planos, sua história e sobre a sua visão do Brasil e da economia mundial. Em certo momento, Charlie pediu a Eike para estimar quanto poderia ser sua fortuna daqui a dez anos. Sua resposta surpreendeu o entrevistador: "100 bilhões de dólares", afirmou. O apresentador repetiu, perplexo, o número, e Eike emendou: "Sim. O que eu posso dizer? Estou com sorte..."O apresentador lembrou-o de que, se a previsão for cumprida, Eike se tornará o homem mais rico do mundo, "a menos que os outros façam alguma coisa para dobrar suas fortunas". De acordo com a lista dos bilionários publicada anualmente pela revista Forbes, Eike é hoje o 61º homem mais rico do planeta, com uma fortuna de 7,5 bilhões de dólares. A relação é encabeçada, desde 1995, por Bill Gates, o fundador da Microsoft, que acumula um patrimônio de 40 bilhões de dólares. Em segundo lugar, vem o megainvestidor Warren Buffett, com 37 bilhões. Se isto servir de inspiração para Eike, o pódio dos bilionários já conta com um representante latino-americano: o mexicano Carlos Slim - que, no Brasil, controla a Claro e a Embratel -, com 35 bilhões. (Continua),
Aposta no Brasil e na ChinaMais do que uma meta, Eike afirmou que aumentar sua fortuna será "a conseqüência de um bom trabalho", isto é, ajudar o Brasil a crescer e se consolidar como um dos países mais desenvolvidos do mundo. "Eu posso ajudar o Brasil; eu posso ajudar meu país", afirmou. E ajudar, segundo Eike, é apostar nos negócios que vem tocando - sobretudo na área do petróleo, para a qual fundou a OGX, e de infraestrutura.Durante toda a entrevista, o empresário tentou mostrar que o crescimento brasileiro determinaria naturalmente a expansão de sua fortuna, já que seus negócios estão concentrados em áreas estratégicas para o país nos próximos anos. Para Eike, o Brasil deve se tornar a quinta maior economia do mundo em 2015 - cinco anos antes das estimativas correntes. "Somos apenas um dos muitos grupos que estão ajudando o país a crescer", afirmou.O empresário também mostrou muito otimismo com a expansão das relações comerciais entre o Brasil e a China. Para desconforto de Charlie e dos telespectadores americanos, não hesitou em afirmar que, dentro de 30 anos, os chineses responderão por metade do PIB mundial. Essa expansão deverá alimentar por muito tempo a demanda por matérias-primas e commodities - setores nos quais suas empresas estão instaladas, como a mineradora MMX. "É uma grande joint-venture, porque a China precisa de muita coisa que nós temos", disse. (Continua)
Riscos cobertosCharlie também teve tempo para rememorar alguns dos fracassos na trajetória de Eike - como a tentativa de fabricar jipes, perfumes e cerveja. Para o empresário, entre as lições que tirou desses insucessos, está a de que é necessário ter um modelo de gestão 360 graus, em que todos os aspectos da operação sejam contemplados. Além disso, é preciso não se apaixonar pela empresa - e saber quando é hora de mudar de estratégia ou mesmo de parar.Trabalhar com commodities globais, como ouro e minério de ferro, também ensinou outra coisa ao empresário: como todo empreendimento envolve riscos, é preciso ter certeza de que o retorno compensará toda dificuldade que encontrar - mesmo as que não conseguiu prever.Além de ter o prazer de contar com um compatriota no topo da lista dos mais abonados do mundo, os brasileiros também podem torcer para que Eike alcance seus 100 bilhões de dólares por outro motivo: os investimentos sociais que ele deseja fazer. "Quero ser também o maior filantropo do mundo", afirmou na última parte da entrevista, quando Charlie voltou a tocar no tema de sua fortuna pessoal, e lembrou que os grandes bilionários destinavam parte de sua fortuna para obras de caridade. Diante do espanto do jornalista americano, Eike completou: "Sinto muito. É para isso que eu fui educado".
PAC E INVESTIMENTOS NO BRASIL NAS FERROVIAS
PAC 2 prevê R$ 21 bi para ferrovias.
O orçamento total para ferrovias no PAC 2 não está fechado, mas estima-se o preço médio de US$ 1 milhão por quilômetro
A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, com planos de investimento até 2020, prevê a expansão da malha ferroviária dos atuais 29 mil para 40 mil quilômetros. Essa projeção inclui projetos não realizados no primeiro PAC.
O orçamento total para ferrovias no PAC 2 não está fechado, mas estima-se o preço médio de US$ 1 milhão por quilômetro, ou quase R$ 21 bilhões. Estão previstas interligações entre os principais ramais do país e destes com os portos - além de Pecém (CE) e Suape (PE), onde chegará a Nova Transnordestina até 2012, haveria também ligações entre a Norte-Sul e o porto de Barcarena (PA) e da Ferrosul até Rio Grande (RS).
O orçamento total para ferrovias no PAC 2 não está fechado, mas estima-se o preço médio de US$ 1 milhão por quilômetro
A segunda versão do Programa de Aceleração do Crescimento, com planos de investimento até 2020, prevê a expansão da malha ferroviária dos atuais 29 mil para 40 mil quilômetros. Essa projeção inclui projetos não realizados no primeiro PAC.
O orçamento total para ferrovias no PAC 2 não está fechado, mas estima-se o preço médio de US$ 1 milhão por quilômetro, ou quase R$ 21 bilhões. Estão previstas interligações entre os principais ramais do país e destes com os portos - além de Pecém (CE) e Suape (PE), onde chegará a Nova Transnordestina até 2012, haveria também ligações entre a Norte-Sul e o porto de Barcarena (PA) e da Ferrosul até Rio Grande (RS).
Subscribe to:
Comments (Atom)