Saturday, March 23, 2013

PRIMER TRIMESTRE DE BRASIL 2013 - INFLACION - NUEVAS MEDIDAS ECONOMICAS


O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, reiterou, na tarde desta sexta-feira, preocupação com a expansão inflacionária e disse que outras medidas poderão ser necessárias para garantir a estabilidade de preços. "Ações foram tomadas, mas é plausível afirmar que outras poderão ser necessárias. Para decidir sobre isso, o Banco Central acompanhará a evolução do cenário macroeconômico", afirmou, sem dar detalhes de quais poderiam ser as novas medidas.
Tombini, que esteve presente em evento da Câmara de Comércio França-Brasil, voltou a constatar o óbvio. Disse que o crescimento da inflação pode causar distorções na economia, tais como redução do potencial de crescimento e aumento do prêmio de risco do país. Afirmou ainda que, apesar de acreditar que as medidas tomadas pelo governo para conter a escalada de preços surtirão efeito em breve, o BC não descarta novas mudanças nos ciclos monetários. Sua fala abre, mais uma vez, espaço para economistas apostarem em mudança na taxa básica de juros, a Selic, na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em abril.
Na ata da última reunião do comitê, a menção a taxas de juros baixas “por um período de tempo suficientemente prologado” foi tirada. “Não resta dúvida de que a comunicação é parte importante do processo de condução da política monetária. O ajuste na mensagem do Banco Central, por si só, já determinou mudança relevante nas condições financeiras de modo geral", disse Tombini.
Ainda no documento, o BC piorou suas projeções para os preços ao consumidor tanto para este ano quanto para 2014. "Para 2014, a projeção de inflação aumentou em relação ao valor considerado na reunião do Copom de janeiro e se encontra acima da central da meta, em ambos os cenários", informou o comitê, no documento.
Assim, a taxa atual, que é a mínima histórica de 7,25%, não deve ficar assim por muito tempo. Os analistas ouvidos pelo BC para o relatório Focus desta semana já trabalham com uma Selic em 8,25% no fim do ano. Nesta sexta-feira, a primeira medição do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15), considerado prévia da inflação oficial, mostrou que os preços continuam em franca aceleração. O índice subiu 2,06% no acumulado de janeiro a março, bem acima dos 1,44% registrados no primeiro trimestre do ano passado.
Indagado sobre o câmbio, o presidente do Banco Central disse que não há uma taxa ideal, mas que o BC tem o papel de intervir nos mercados quando achar que algo está errado. Especificamente no mercado de câmbio, ele poderá intervir “para evitar volatilidade excessiva”. Ele disse ainda no evento que o Brasil está passando por uma recuperação gradual da economia e que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer em torno de 4% este ano. 

Sunday, February 10, 2013

BRASIL ES EL PAIS QUE MENOS IMPORTA EN RELACION AL PIB


Brasil é o país com menor importação / Fernando Dantas

Com compras externas correspondentes a 13% do PIB, País aparece como o mais fechado entre 179 nações listadas pelo Banco Mundial.
Publicada em 14 de Janeiro de 2013
ECONOMIA BRASILEÑA ES CERRADA: LA IMPORTACION DE BIENES Y SERVICIOS CORRESPONDE
A 13% DEL PIB ; CHINA 27%;INDIA 30%;RUSIA 21% 
MEXICO 32%; ARGENTINA 20%, COLOMBIA17%
USA 16%, SIENDO UNA ECONOMIA DIVERSIFICADA
O Brasil é o país que menos importa no mundo, como proporção do seu PIB. Os dados são do Banco Mundial, e mostram como a economia brasileira é fechada, apesar das reclamações de empresários sobre a concorrência externa. Em 2011, segundo o Banco Mundial, o Brasil teve exportações de bens e serviços equivalentes a 13% do PIB. Numa lista de 179 países, o Brasil é o que tem a menor relação entre importações e PIB. A grande maioria dos dados é de 2011, mas, no caso de alguns países, o dado é de anos anteriores (de 2007 a 2010). No grupo dos Brics, por exemplo, a China tem importações de produtos e serviços de 27% do PIB, a Índia de 30%e a Rússia de 21%. Entre as principais economias da América Latina, o México tem importações correspondentes a 32% do PIB, a Argentina a 20%e a Colômbia a 17%. Mesmo os Estados Unidos, que são a maior e mais diversificada economia do mundo, apresentam uma proporção de importações sobre o PIB de 16%, maior do que a brasileira. “Se a economia se fecha, a escala de produção é menor, o País não importa as tecnologias mais avançadas e a produtividade é prejudicada”, diz o economista Edmar Bacha, um dos “pais” do Plano Real, e hoje diretor do Instituto de Estudos de Política Econômica/Casa das Garças (Iepe/ CdG). Ele nota que uma empresa como a Embraer importa a grande maioria dos seus componentes (como os motores Rolls-Royce britânicos), mas, em compensação, tem um produto competitivo no mercado internacional que lhe garante uma escala global para as suas vendas. A preocupação de Bacha e de outros economistas liberais é como que vêem como uma “guinada protecionista” do atual governo. Esta mudança pode ser vista na elevação das tarifas de cem produtos, acertada com os demais parceiros do Mercosul, e na proliferação de medidas de exigência de “conteúdo nacional” em áreas tão distintas como petróleo, automóveis, telecomunicações e medicamentos.
Custo dos investimentos.
Em recente pesquisa com Regis Bonelli, economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas no Rio (FGV-Rio), Bacha investiga a alta histórica, ao longo do processo de industrialização brasileiro, do custo dos investimentos. Eles encontram evidência de que a substituição de maquinário importado por nacional é uma das causas desse processo que, segundo Bacha, é totalmente discrepante em relação à experiência histórica de quase todos os países. Como os investimentos incluem também a construção civil, o economista suspeita que cartéis em setores como cimento e aço também contribuam para o alto preço das inversões no Brasil. Bacha nota que o preço dos investimentos parou de crescer a partir de 1994, o que atribui aos efeitos da abertura comercial do início dos anos 90. Mas o custo de investir permaneceu num patamar elevado. Para o economista, a guinada pro

Thursday, January 10, 2013

O COMERCIO EXTERIOR BRASILEIRO FECHOU EM 2012 EM 465,6 BILHOES DE US$

O COMERCIO EXTERIOR BRASILEIRO FECHOU O ANO  2012 EM 465,6 BILHOES; EXPORTACIONES  DE 242,5 E IMPORTACOES 223,1.US$.

LA INFLACION (IPCA) EN BRASIL CERRO EN 5,84% EN 2012

Tombini divulgou nota à imprensa para comentar o resultado do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que encerrou 2012 em 5,84%. O presidente do BC lembrou que, pelo nono ano consecutivo, a inflação encerrou o ano dentro da meta estipulada pelo governo, fixada em 4,5%, com dois pontos percentuais de tolerância para baixo ou para cima.
Ele afirmou que se observou um recuo em relação à inflação de 2011, que terminou o ano no teto máximo exigido pela lei (6,5%).
O que mais influenciou a pressão dos preços no ano passado, segundo Tombini, foram choques desfavoráveis no segmento de commodities agrícolas, a partir do segundo semestre.
INFLAÇÃO

A variação do IPCA de 5,84% ficou acima das expectativas de mercado, mas também ficou abaixo do nível registrado em 2011 (6,5%).
A inflação em 2012 foi pressionada por alimentos e bebidas -- no consumo fora de casa, em que os preços subiram 9,51%--. que foram responsáveis pela maior parcela do índice, com 39% (2,27 pontos percentuais) da taxa total.
O maior impacto individual, contundo, foi o gasto com os empregados domésticos que aumentou 12,73% no ano e representou sozinho