Friday, August 24, 2012

PLANO BRASIL MAYOR

. ORGANIZAÇÃO SETORIAL
DO PLANO BRASIL MAIOR

O Brasil Maior organiza-se em cinco blocos, em função de suas
especi􀃀 cidades técnicas e da sua capacidade de transformação da
estrutura industrial e de serviços especializados.
Os blocos chamam a atenção para características setoriais relevantes
e ajudam a ordenar o processo de formulação de propostas de
programas e projetos que envolvam mais de um setor.
Veja a seguir os Blocos de Sistemas Produtivos:

Bloco 1: Sistemas da Mecânica, Eletroeletrônica e Saúde

Bloco 2: Sistemas produtivos intensivos em escala

Bloco 3: Sistemas produtivos intensivos em trabalho

Bloco 4: Sistemas produtivos do agronegócio  
Bloco 5: Comércio, logística e serviços

Embora os conselhos estejam sendo implantados formalmente em 2012, os respectivos Comitês Executivos, formados a partir do acúmulo
de conhecimento das experiências dos Fóruns de Competitividade,
trabalharam desde o lançamento do Plano Brasil Maior na formulação
de diretrizes estratégicas que servirão de base para a elaboração das
agendas de trabalho no âmbito de cada Conselho de Competitividadeco 5: Comércio, logística e serviços

PLAN BRASIL MAYOR - 2010-2014

                        OBJETIVOS ESTRATÉGICOS E METAS


O Plano Brasil Maior conta com um conjunto de diretrizes estruturantes
e de temas estabelecidos na dimensão sistêmica que
permitiram de􀃀 nir objetivos estratégicos. A cada objetivo estratégico
foi associado um indicador e uma meta, destinados a orientar sua execução e monitoramento.                                                                                                                                                                                  A adoção de políticas em favor do desenvolvimento industrial e
tecnológico é uma das principais vertentes de atuação do governo
Dilma Rousseff. Materializadas no Plano Brasil Maior, as ações de 
apoio à indústria buscam fortalecer a competitividade, acelerar ganhos

de produtividade, promover o adensamento produtivo e tecnológico

das cadeias de valor, ampliar mercados, criar empregos de melhor qualidade e garantir um crescimento inclusivo e sustentável. Integram
um projeto de desenvolvimento nacional baseado na articulação
de um conjunto de programas de governo, na mobilização social,
ninvestimentos e à inovação. Avançar nessa direção requer uma estrutura de governança capaz de
articular atribuições e competências do Estado e do setor produtivo.
A base institucional dessa articulação é composta inicialmente por
19 Conselhos de Competitividade Setoriais e nove Coordenações
Sistêmicas, que atuam em permanente interação na proposição e
implementação de agendas de trabalho.
Buscando ampliar a convergência de esforços e promover a otimização
de recursos, essas instâncias de diálogo público-privado cumprem
um papel fundamental na elaboração de diagnósticos alinhados às
diretrizes do Brasil Maior. O seu principal desa􀃀 o é de􀃀 nir agendas
estratégicas e rumos tecnológicos de médio e longo prazo, que
orientarão a formulação de novas medidas de apoio à competitividade.
O conjunto de propostas do Plano tem por objetivo subsidiar as decisões
das instâncias de gerenciamento e deliberação (Comitê Gestor e
Grupo Executivo), que contam também com o acompanhamento do
Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), composto
por representantes do poder público e da sociedade.a equidade e na criação de um entorno empresarial propício aosNível de Aconselhamento Superior: Conselho Nacional de
Desenvolvimento Industrial (CNDI)
Formado por 17 ministros de Estado, pelo presidente do Banco
Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e por
18 representantes da sociedade, o CNDI é a instância superior
de aconselhamento institucional do Plano Brasil Maior. Cabe ao
colegiado estabelecer orientações estratégicas, subsidiando as
atividades do Sistema de Gestão.
Nível de Gerenciamento e Deliberação: Comitê Gestor e